Sutilezas da Medicina de Família e Comunidade na avaliação

Autores

  • Juliano Kazuo Yoshizawa Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Caroline Sampaio Alves Nunes Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Rosângela Ziggiotti de Oliveira Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Jennifer Susan Gabe Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Fernando Ben-Hur de Melo Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Palavras-chave:

Avaliação, Evaluation, Medicina de Família e Comunidade, Family Practice, Educação Médica, Medical Education

Resumo

Introdução: A avaliação de uma disciplina pelo estudante pode representar um dispositivo de ruptura, na medida em que favorece o protagonismo dos acadêmicos no aprimoramento do ensino e para os educadores a possibilidade de aprimorar métodos e estratégias utilizadas no processo de aprendizagem. Acrescenta-se ainda a possibilidade ímpar de identificar as singularidades das considerações feitas pelos acadêmicos durante a avaliação.

Objetivo: Destacar as sutilezas identificadas nas produções escritas por acadêmicos do quarto ano de medicina relacionadas à medicina de família e comunidade (MFC).

Relato da Experiência: Implantada em 2009, a disciplina MFC, é ofertada no quarto ano de medicina de uma universidade pública. Nesta escola, embora o currículo tenha sofrido modificações, ainda mantém características tradicionais. Em função disso, a inserção do acadêmico no cenário de atuação da especialidade e seu corpo teórico são apresentados no quarto ano. Ao término do semestre é proposta uma avaliação escrita, voluntária, anônima, onde é solicitado ao acadêmico deixar suas impressões sobre a disciplina e a especialidade. Do ano de 2010 foram extraídas algumas impressões impactantes que mereceram atenção.

Conclusão: Ricas em conteúdo, as produções escritas foram do estranhamento à satisfação e suscitam reflexões sobre a prática clínica e educativa dos profissionais envolvidos no ensino-aprendizagem da atenção primária à saúde.

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